quarta-feira, 23 de março de 2011

Redes sociais e jogos: uma aliança bem rentável

Da fusão do lúdico com um novo contexto midiático – onde o consumo de mídia é diferenciado e o papel do receptor está longe da passividade das mídias tradicionais – aparecem os jogos sociais: uma mistura de mídias sociais, jogos, interatividade e imersão, que tem conquistado milhões de pessoas ao redor do mundo. Com um volume tão expressivo de audiência dedicada, aliado à queda da audiência nas mídias tradicionais, o entendimento desse formato é essencial para quem planeja a mídia.
O formato, além de “não intrusivo”, se aproveita do poder de imersão e identidade que o jogo, aliado ao poder das redes sociais traz. Isso é extremamente importante quanto temos que pensar na eficácia da mensagem publicitária no atual cenário, no qual as melhores práticas estão diretamente ligadas à inclusão de situações de mídia que se relacionem com as marcas – ou seja, os jogos concretizam a necessidade de toda marca: geram relacionamento com o target.
Assim, parecem “resolver” o problema da falta de atenção ou da atenção seletiva - que rejeita a abundância dos apelos publicitários nas mídias tradicionais e, através da sinergia entre interatividade lúdica,  disseminação viral e comunicação social entre redes e comunidades, comunicam muito mais sobre marcas e produtos do que a publicidade tradicional.
            Outro fator que merece destaque para a eficácia do formato é que a identidade real das pessoas é um dos maiores trunfos dos jogos sociais, permitindo que os usuários possam jogar facilmente contra seus amigos e não apenas contra uma pessoa escondida atrás de um apelido qualquer. E como acréscimo à relevância dos jogos às ações publicitárias, tem-se o fato de que, através de perfis dos usuários (como idade, nome, sexo, interesses e até mesmo fotos), podem-se planejar estratégias comunicacionais e mercadológicas cada vez mais precisas.

Karla Patriota Bronsztein é Doutora em Sociologia, Mestre em Comunicação e Professora do PPGCOM/UFPE. Rodrigo Duguay é Mestre em Comunicação e Professor da UNICAP. Ambos são consultores de planejamento em comunicação da Denker.

quinta-feira, 17 de março de 2011

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segunda-feira, 14 de março de 2011

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Fórum de Marketing Digital Nordeste acontece em Recife




Evento do Digitalks apresenta cases e estratégias regionais de marketing digital, e amplia o intercâmbio de conhecimento do setor

De acordo com o diretor do Digitalks, Flavio Horta, o mercado do nordeste é exemplar com cases de sucesso com inovação e pioneirismo. É importante disseminar este conhecimento no mercado, além de buscar novos negócios, explorando e desmitificando os novos recursos da web 2.0.
Para isso, os organizadores optaram por um seleto grupo de palestras, como a do diretor executivo do IAB Brasil, Ari Meneghini, que mostra perspectivas do mercado digital e efetividade da Mídia Digital. Já o palestrante de Jansen Schemidt, consultor de Business Intelligence da Media Factory, fala sobre “Métricas como gerenciar resultados”. 
Um dos assuntos que estão no e-varejo brasileiro e a adoção de plataformas online de pagamento, tema que também entrou na pauta dos organizadores e será retratado na palestra “Crescimento do e-commerce brasileiro e o comportamento dos e-compradores”, da coordenadora de marketing e vendas do PagSeguro, Joyce S. Boano. “Nosso papel como intermediador de pagamento é facilitar e trazer resultados efetivos para que pessoas e empresas de qualquer porte efetuem vendas online. O mercado de e-commerce está cada vez mais aquecido e  precisamos criar mais oportunidades para o empresário criar oportunidades no mercado nordestino “, revela Boano.
Tem a palestra sobre Publicidade em dispositivos móveis, momento do evento em que diretor de operações da Hands, Alex Pinheiro, fala sobre Mobile: estratégias no mundo cada vez mais móvel. O executivo apresentará alguns cases que se diferenciam do mercado brasileiro e principalmente comprovam a importância da adoção de aplicativos moveis pelos executivos brasileiros. “Cada vez mais  investimos na área de aplicativos como também no conteúdo para plataformas móveis e celulares”, revela Alex Pinheiro.
Outro destaque do evento serão os debates sobre as principais tendências de marketing digital e onde as empresas podem investir em 2011. “Os participantes deste debate mostrarão mecanismos e estratégias viáveis para 2011, apresentando a importância dos pequenos e médios negócios para a economia”, revela o diretor do Digitalks, Flavio Horta.
O Fórum Nordestino de Marketing Digital Recife conta com o patrocínio do PagSeguro, HotWords, Media Factory, Hands S.A e MOL. Além de contar apoio institucional do IAB, Globo Nordeste, Grupo de Mídia, Abradi (Associação Brasileira das Agências Digitais), Gogojob e Abranet (Associação Brasileira de Internet) e a empresa Softwan ter como co-realizadora.

Serviço:
Fórum de Marketing Digital Nordeste
Data: 24/03
Local: Atlanta Plaza, av. Boa Viagem, 5426 – Recife, Pernambuco
Inscrições: R$99 (até dia 18 de março) e R$129 (até o dia 23 de março).
Associados do GMPE tem desconto de 20%

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Comércio Social: varejo entre amigos

Em meio ao cenário de crescimento do varejo online e do boom das mídias sociais, surge o comércio social como uma linha de evolução do e-commerce. Uma nova perspectiva para o comércio, que busca transformar as redes sociais em negócios rentáveis e o buzz da internet, em vendas.  O s-commerce utiliza as conexões sociais das pessoas para divulgação de marcas. Os internautas podem compartilhar preferências com seus amigos e estes, por sua vez, repassar aos outros, construindo, dessa forma, um ciclo de divulgação, uma espécie de boca a boca high tech. A principal transformação percebida é o consumidor atuando como veículo. É necessário que ele fale das marcas nas redes sociais que utiliza e não que as marcas usem as redes para falarem sobre si- o que interrompe a experiência online dos consumidores. Portanto, aliar o conteúdo colaborativo às vendas online, além da facilidade no acesso de informações sobre tendências de compras – como novos nichos de mercado – certamente potencializará a força das vendas online.  O comercio social é uma forma  eficaz de marketing, no qual a postura invasiva da publicidade tradicional é deixada de lado. São pessoas resolvendo as questões de consumo de outras pessoas, reflexos da internet colaborativa. Por isso, não há mais como pensar o planejamento da mídia sem entender um pouco de tecnologia e de como os novos consumidores podem interagir através de conteúdos colaborativos sobre marcas, produtos e serviços. O fato inegável é que com essa nova realidade de convergência tecnológica, de mídia gerada pelo consumidor, e de inúmeras possibilidades de compras online, o que é ameaça para alguns, se torna oportunidades rentáveis para outros.

Texto extraído e adaptado da monografia Comércio Social: varejo entre amigos. Autoras: Carolina Melo, Laryssa Farias e Nara Barros e Silva

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Brasileiro viu menos TV em 2010

O passar dos meses tem tirado as pessoas da frente da televisão, de acordo com o Ibope. Dados do instituto divulgados pelo colunista do R7 Daniel Castro mostram que, em 2010, o brasileiro assistiu a apenas um minuto a mais do que em 2009. Na média, os televisores ficaram ligados por 5 horas, 19 minutos e 21 segundos a cada dia.

Boa parte da população deixou de ligar a TV, como a faixa mais pobre, situada como classes D e E. Apesar de ter ganho quase 30 minutos entre 2008 e 2009; a TV perdeu quatro minutos com esses telespectadores entre 2009 e 2010.

A queda foi observada também entre os mais jovens. Telespectadores de 4 a 11 e de 12 a 17 anos viram um e cinco minutos a menos, respectivamente. De 35 a 49 anos houve queda de três minutos, e as classes A e B também mostraram retração, de um minuto.

Os homens e a faixa entre 25 e 34 anos não mostraram alterações. Só quem assistiu mais TV foram as mulheres (dois minutos), pessoas de 18 a 24 anos (três minutos) e as com mais de 50 anos (cinco minutos), além da classe C (cinco minutos).

Fonte: Adnews

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cruzando fronteiras

Trabalhar com os nossos clientes em nossa praça de atuação já é um trabalho desafiador, pois sempre buscamos alcançar o público-alvo otimizando a verba de forma que consigamos atingir nossos objetivos de forma eficaz. O desafio ainda é maior quando cruzamos nossas fronteiras e temos que trabalhar em outras praças. Nestes casos, temos que proceder de forma cirúrgica, sendo o conhecimento de leitura de pesquisa tanto de mídia como de mercado, as ferramentas que nos auxiliam nesta etapa. Nosso país tem proporções continentais e nossos estados são como pequenos países distintos dentro do país, tendo cada um sua cultura, diversidade e identidade próprias. Um testemunhal pode funcionar muito bem para um determinado público na praça de Fortaleza e o mesmo testemunhal para o mesmo público na praça do Recife não ser eficaz. É a mesma classe social, porém são muitas vezes distintas devido a conviverem com modos e culturas diferentes. Esta é a cereja do bolo que o mídia traz para o planejamento, pois, temos que, além de tudo, sermos bastante curiosos, estudando e se informando sobre a praça a ser trabalhada. Essa imersão é fundamental e decisiva para que o resultado final seja vencedor. E é claro que também não podemos esquecer que temos grandes aliados que são os veículos de comunicação.
Erico Brasileiro - Gerente de Mídia da agência Register Publicidade - CE e diretor para assuntos com o mercado do Grupo de Mídia do Ceará.